AlldoCube Power M3 4G, tablet com tela de 10,1 polegadas
$139.99
Já fiz análises de tablets dessa marca e também comentei que usei um aparelho deles por algum tempo e, no geral, até fiquei satisfeito. Vamos ver o que eles fizeram desta vez e se o resultado ficou bom.
Análise externa, testes, desmontagem, tudo como de costume.
Já publiquei duas análises de tablets: o primeiro foi o Cube iwork8 Ultimate, o segundo, o Cube iPlay 10, e também tenho um U9GT4 em casa.
Se compararmos esses tablets com outros modelos chineses, eu diria que eles ficam mais ou menos na média, tanto em confiabilidade quanto em desempenho. No geral, gosto mais de aparelhos com processador Atom e, para ser mais exato, com Windows. Mas isso tem mais a ver com hábito e com o tipo de trabalho que faço, porque há muitos usuários que preferem um aparelho com Android.
Mas vamos à análise e, como sempre, começaremos pelas especificações.
Sistema operacional: Android 7.0
Processador: MTK MT6753 Octa-core 4G 64-bit (ARM-A53)
GPU: IMail-T720-MP3
Memória RAM: 2 GB
Armazenamento interno: 32 GB
Slot para cartão microSD, até 128 GB
Tela IPS de 10,1 polegadas
Resolução: 1920 x 1200 (16:10)
Câmeras:
Frontal: 2,0 MP
Traseira: 5,0 MP
Navegação: GPS
Conectividade sem fio: Wi-Fi 802.11b/g/n 2,4 e 5 GHz + Bluetooth 4.0
Slot para cartões SIM — híbrido, para dois cartões nanoSIM
Tipos de rede: FDD-LTE,GSM,TD-SCDMA,TDD-LTE,WCDMA
2G: GSM 850/900/1800/1900MHz
3G: WCDMA 2100MHz
TD-SCDMA: TD-SCDMA B34/B39
4G: FDD-LTE 1800/2100MHz,TD-LTE Band 38/39/40/41
Conector de 3,5 mm para fones de ouvido
Conector USB Type-C com suporte a OTG
Bateria: 8000mAh
Multitoque de 10 pontos
Dimensões e peso: comprimento x largura x espessura: 240 x 165 x 9,0 mm (conferido; às vezes informam incorretamente 267 x 169 mm)
Peso: 525 gramas (conferido; às vezes informam incorretamente 400 gramas)
É curioso que eu encontre com frequência dimensões e peso incorretos do tablet em vários lugares. Não sei por que isso acontece.
O tablet vem em uma caixa preta bem grande. Ela é feita de papelão rígido, mas dá a impressão de que a tampa é um tamanho maior; sai com muita facilidade.
Há poucas informações na embalagem; basicamente, só as especificações da bateria interna.
O tablet fica dentro de um suporte de espuma, e embaixo dele há uma caixinha com os acessórios. Isso é bastante útil, porque muitas vezes o cabo e o carregador ficam soltos dentro da caixa e, considerando o tamanho dela, acabam chacoalhando para todo lado.

O pacote inclui:
1. Tablet Power M3 4G
2. Fonte de alimentação (carregador)
3. Cabo USB-USB Type-C
4. Manual e certificado de garantia.

O manual não tem muita utilidade, assim como o cartão de garantia.
O cabo é razoavelmente rígido e bem grosso. Já a fonte de alimentação merece um comentário à parte: especificação de 5 V e 2,5 A. O plugue tem pinos chatos e não veio adaptador. Mas não é esse o ponto: encontrei relatos de donos desse tablet que receberam uma fonte com plugue europeu, mas com corrente de saída de apenas 2 A.
Eles reclamavam que a corrente de carregamento era de apenas 1 A e, por isso, o carregamento demorava muito.
Neste caso, a corrente de carregamento fica entre 2 e 2,5 A, mas, se a tela estiver ligada, chega a 2,68 A, acima do valor especificado, o que não é bom. A fonte esquenta bastante, então eu não recomendaria carregar o tablet enquanto o usa se a bateria estiver com menos de 90-95% de carga.

De fábrica, a tela do tablet vem com uma película fosca de transporte, cheia de inscrições publicitárias.

Depois de retirar a película de transporte, encontrei a película principal. Mas descobri que a tela do tablet é brilhante. É claro que fica bonito, mas não é muito prático.

Mas, comparando com meu tablet Teclast, eu diria que a diferença não é muito grande. Aliás, na foto estão dois tablets com telas do mesmo tamanho e da mesma resolução. Ainda assim, o modelo analisado é um pouco menor.

Na parte de baixo há apenas um par de alto-falantes. Ao contrário do Teclast, este tablet não permite conexão “por hardware” com um teclado.

Na parte de cima fica a câmera frontal de 2 megapixels. Há perfurações na carcaça para os alto-falantes.
O som? Como posso dizer... tem som, não é muito alto e predominam as frequências médias.

Na lateral esquerda da carcaça ficam o conector para fone de ouvido, o slot microSD e também o USB Type-C. Infelizmente, há apenas uma porta USB, HDMI e nenhum conector separado para ligar o carregador. Na minha opinião, o ponto negativo é não ter a tradicional microUSB.

No canto superior esquerdo ficam os botões de ligar e de volume.

A parte traseira do gabinete é de plástico nas bordas e de alumínio na região do “fundo”. Mais adiante vou mostrar como isso fica por dentro, para ficar mais claro, mas, simplificando, as bordas são de plástico e o restante é de metal.

A câmera traseira de 5 MP fica saliente nesse tipo de “plataforma”; ao lado há um LED de “flash”, algo um tanto incomum em um tablet. O LED não é muito brilhante. Quando o liguei no modo lanterna (com o tablet virado para mim), nem percebi de imediato que estava funcionando.

O slot para os cartões SIM não é muito prático em termos de acesso, mas fica bem discreto no gabinete.
Para acessar a bandeja, é preciso puxá-la com cuidado usando algum objeto, aproveitando a fenda estreita deixada pelo fabricante. Usei um estilete. O que me tranquiliza é que não é preciso fazer isso com frequência.
É possível instalar dois cartões nanoSIM. Não há troca a quente: o cartão só é reconhecido depois de reiniciar o aparelho.
Ao instalar o segundo cartão, pode parecer que a bandeja não foi feita para ele, porque é um pouco maior que o cartão. Não se preocupe, coloque-o: funciona :)
Alguns usuários disseram que às vezes é difícil fechar a bandeja. Não tive esse problema; talvez dependa do cartão.

A desmontagem foi feita depois dos testes principais, mas vou mostrá-la agora para não interromper o assunto mais adiante.
Abrir o tablet é relativamente simples e segue o procedimento habitual: basta inserir algo pontiagudo entre as metades clara e escura e passar ao redor de todo o perímetro. Tenha cuidado; é melhor usar algo que não seja de metal, pois o plástico do gabinete é bem macio.

Aqui dá para ver a parte superior do tablet, além do plástico das molduras superior e laterais. Também há uma folha de cobre colada, embora eu não tenha entendido por que ela está aqui, já que o gabinete é de alumínio.

Os módulos das câmeras e o LED de iluminação.

1. Os alto-falantes são bem compactos, mas não consegui encontrar o microfone, embora saiba com certeza que ele existe e funciona.
2–4. Há três antenas instaladas. Uma está identificada como GSM, outra como GW (suponho que seja Wi-Fi) e a terceira está marcada apenas com caracteres chineses.

Parte superior do tablet, antenas GSM e GW

Parte inferior; aproximadamente no centro fica a terceira antena.

Quase toda a placa está coberta por várias blindagens; só é possível acessar a do meio.

Claro que é possível acessar qualquer parte. É que a seção central é a única fixada por contatos; as demais blindagens são fixadas por solda.
Sob a blindagem metálica há alguns pedaços de borracha termicamente condutora. Infelizmente, não consegui determinar direito se essa parte encosta na tampa traseira, pois é muito difícil fazer qualquer medição. Mas, na minha opinião, mesmo que encoste, o contato térmico não é muito bom. Para melhorar a dissipação de calor, seria melhor colocar um pedaço de borracha termicamente condutora com cerca de 0,5 mm de espessura.

1. SoC MT6753V
2. Chip de memória eMMC de 32 GB da Samsung.
3. RAM de 2 GB, também da Samsung
4. Controlador de alimentação MT6328M, fabricado pela MediaTek, assim como o SoC.
5. GSL3680, controlador da tela sensível ao toque.
6. Vale destacar que os cabos das antenas são presos com grampos especiais, conectados à placa por conectores e, além disso, há um conector livre.

Um componente muito importante de qualquer dispositivo móvel é a bateria. Aqui foi instalada uma bateria com capacidade de 8000 mAh e tensão de 3,8 (4,35) V.

Gostei especialmente da imagem do folheto publicitário, que diz que a bateria tem capacidade de 8000 mAh, mas na foto aparece uma de 8100 mAh :)

Vamos ao teste da capacidade real. Para começar, descarreguei o tablet até o ponto em que ele desligou sozinho; o indicador mostrava 2 ou 3% de carga.
Depois, conectei uma carga à bateria, com a corrente que usaria para medir a capacidade — neste caso, 1.6 A. Deixei assim até passar a queda brusca de tensão (para eliminar o efeito de recuperação da capacidade após um período em repouso) e medi a tensão.
Descobri que o tablet desliga com 3.5 V, um limite de desligamento bastante alto.

Depois disso, carreguei o tablet usando o sistema de carregamento original e comecei a descarregá-lo com uma carga eletrônica.
Etapa 1 — descarga até 3.5 V. Capacidade utilizada pelo tablet: 6856 mAh (25.81 Wh)
Etapa 2 — descarga até 3 V. Capacidade restante na bateria, considerando o uso seguro: 899 mAh ou 3.026 Wh.
Etapa 3 — descarga até 2.8 V. Toda a capacidade restante: 60 mAh ou 0.177 Wh.
No total, temos:
capacidade utilizada pelo tablet: 6856 mAh (25.81 Wh)
capacidade total da bateria: 7815 mAh (29.013 Wh).
capacidade declarada: 8000 mAh (30.4 Wh).
A capacidade da bateria é um pouco menor do que o declarado, embora não muito. O que me decepcionou mais foi o tablet deixar uma quantidade considerável de energia "de reserva": cerca de 12-13%, dos quais 10% poderiam ser usados tranquilamente.
Claro que, de certa forma, esse modo de operação prolonga a vida útil da bateria. Mas, se a ideia é mesmo prolongar sua vida útil, também seria bom limitar a tensão final de carregamento. Eu deslocaria um pouco a "faixa" para o lado da tensão final de descarga, e a bateria duraria muito mais. Mas o que está feito, está feito, e mudar isso é bastante complicado.

Mais por curiosidade do que qualquer outra coisa, carreguei a bateria completamente, mas desta vez usando meu próprio carregador. Os parâmetros de término do carregamento eram mais ou menos iguais aos de fábrica.
Nesse processo, foram "colocados" 7901 mAh ou 32.5 Wh.
É comum haver discussões sobre se é correto testar a capacidade "durante o carregamento". Digamos que é relativamente correto, mas apenas se você estiver testando a bateria, e não o conjunto bateria + carregador, já que o carregador pode variar e o próprio tablet/celular também consome energia. Ou seja, dá para testar assim, mas é preciso entender bem o que estamos fazendo. Além disso, vale lembrar que nem todos os testadores USB são "igualmente úteis".
Às vezes, os leitores também estranham: como assim, a capacidade quase não muda entre a carga e a descarga? E a eficiência, então? É bem simples.
Por exemplo, neste tablet, a capacidade na descarga é de cerca de 7815 mAh, e no carregamento, 7901 mAh — uma diferença de aproximadamente 1%. Mas veja a diferença em Wh: na descarga, 29.013 Wh; no carregamento, 32.5 Wh. É isso que corresponde à eficiência da bateria, ou seja, a energia que acaba virando calor.

Só depois de todos os testes resolvi medir a capacidade "durante o carregamento", colocando um testador USB entre a fonte de alimentação e o tablet.
Descarreguei o tablet completamente, conectei o carregador e deixei carregando durante a noite. Cerca de 6 horas depois, encontrei o tablet totalmente carregado e o testador USB indicando uma corrente de 4 mA e uma capacidade transferida de 7262 mAh. Lembro que o teste correto de descarga indicou 6856 mAh.

O tablet tem uma tela IPS de 10.1 polegadas, com resolução de 1920x1200 (16:10). Não tenho reclamações quanto à reprodução de cores ou aos ângulos de visão.

Mas tive algumas ressalvas quanto ao vazamento de luz ao olhar de lado, embora esse não seja um modo normal de visualização.
O brilho tem pouca margem: o tablet é ótimo para usar em casa e funciona bem ao ar livre em dias nublados, mas será difícil usá-lo em dias ensolarados. A tela brilhante também atrapalha; recomendo aplicar uma película fosca.
Resumindo: a tela é boa e a imagem também, mas quase não há margem para aumentar o brilho.

Na primeira vez que é ligado, o tablet inicia o assistente de configuração inicial. Nada de novo, basicamente igual ao da maioria dos smartphones. Na prática, este tablet é um smartphone grande; só faltam o alto-falante para chamadas e o sensor de proximidade.

A tela inicial tem o visual "cúbico" padrão. Esse papel de parede aparecia em quase todos os tablets dessa marca que passaram pelas minhas mãos.
Acho que vale a pena mencionar logo uma novidade que me pareceu inconveniente: o tablet "acorda" não só ao pressionar o botão de ligar, mas também com três toques na tela. Talvez isso seja prático para alguém, mas, pessoalmente, me irrita. E no fórum 4pda, um dos usuários descreveu como desativar
(a ativação do modo "dispositivo ativo enquanto está nas mãos"
fica nas configurações, em security-smart lock)
mas não consegui encontrar essa opção...

Há pouquíssimos programas instalados; por isso, na análise de hoje nem vou descrevê-los, já que a maioria dos usuários de smartphones já os conhece.

O tablet roda Android versão 7.0, com firmware de 6 de novembro de 2017.

Dos 32 GB de memória flash instalados, cerca de 25 GB ficam disponíveis para o usuário. Inicialmente, há 1 GB de RAM livre, mas, depois de todos os testes, notei que já estavam sendo usados 1,5 GB.

A tentativa de atualizar "via OTA" não deu certo: o tablet considera que o firmware já é o mais recente.

O CPU-Z mostra oito núcleos funcionando a 1,3 GHz, embora eu tenha encontrado algumas informações diferentes, segundo as quais parte dos núcleos funciona a 1,5 GHz.

Normalmente começo os testes pelo AnTuTu, e desta vez não mudei o hábito. De vez em quando vou comparar os resultados com os do Cube iPlay 10, que mencionei logo no início.
O AnTuTu versão 5.x marcou 31815 pontos; o iPlay 10 marcou cerca de 25000 no mesmo teste. Já a versão 6.x teve um resultado quase igual ao do iPlay 10, com diferença dentro da margem de erro do teste.

Eu nunca tinha usado o Geekbench, então, infelizmente, não posso comparar os resultados e vou simplesmente apresentar os obtidos pelo tablet analisado.

Por via das dúvidas, também rodei todos os testes do 3DMark. Entre parênteses, os resultados do iPlay 10.
1. Sling shot ES 3.1 (172)
2. Sling shot ES 3.0 (262)
3. Ice storm unlimited
4. Ice storm extreme
5. Ice storm performance
6. E, claro, o PCMark. (3989)
Como dá para notar, a diferença não é muito grande, embora o iPlay 10 seja equipado com um processador de quatro núcleos.

O Bonsai Benchmark marcou 1834 pontos e 26,2 quadros/s, contra 2094 e 29,9 do iPlay 10.

No Epic Citadel, o iPlay 10 também teve resultados melhores em High Quality (57,0) e iguais no modo ultra (24,7).
Aproveitei esse teste para verificar a temperatura, que chegou a 72-74 graus. Em geral, a temperatura varia bastante e fica principalmente entre 60-65 graus, mas às vezes há picos breves de até 80, o que indica um contato térmico não muito bom com a tampa do gabinete.

Em termos de suporte a formatos de vídeo, o tablet deixa bastante a desejar.

Pelos resultados do AnTuTu Video, ele tem mais formatos não suportados do que suportados.

Velocidade de operação com unidades de armazenamento externas e internas. Infelizmente, não consigo testar o funcionamento com USB Type-C por não ter um leitor de cartões, e, quando conectado por cabo, o tablet funciona no modo USB 2.0, então o teste não faz muito sentido.
O leitor de cartões interno tem uma velocidade de leitura relativamente boa e uma velocidade de gravação baixa. Usei um cartão microSD com especificações de velocidade melhores do que as que obtive.
Já a memória eMMC interna é bem rápida: cerca de 100 MB/s de leitura e 75 MB/s de gravação, um resultado muito bom. Isso já ficava evidente durante a instalação de vários programas e também ao carregá-los.

Wi-Fi.
A sensibilidade fica mais ou menos na média ou um pouco abaixo dela; não vejo motivo para criticar nem para elogiar. Na faixa de 2,4 GHz, vi um monte de pontos de acesso ao redor; em 5 GHz, só o meu ou, às vezes, o do vizinho, mas isso acontecia bem raramente.
A velocidade em 2,4 GHz varia de 6 a 52 Mbps; em 5 GHz, de 21 a 104 Mbps.
A sensibilidade em 2,4 GHz é um pouco maior, e consegui me conectar de um cômodo distante, mas a velocidade era de 250 Kbps. Na faixa de 5 GHz, esse teste nem chegou a funcionar.
Todos os testes foram feitos em um apartamento de três quartos, com paredes de concreto armado. O roteador fica no ponto mais distante do apartamento.

Na prática, há apenas três sensores, embora o sistema mostre quatro: acelerômetro, luminosidade e som. O sensor de proximidade aparece na lista, mas na verdade não existe.
A tela sensível ao toque realmente suporta até 10 toques, sem dúvidas quanto a isso.

O tablet oferece navegação pelos sistemas GPS e GLONASS, e também funciona com AGPS.
Mas a inicialização é bem lenta: tive que esperar bastante até ele encontrar satélites suficientes.

O sinal dos satélites se manteve bastante estável, mas a precisão do posicionamento foi baixa.
Abaixo está uma captura de tela do trajeto de teste. O caminho real está marcado em vermelho, e o caminho calculado pelo tablet, em verde. O tablet estava dentro da bolsa, o que talvez tenha piorado um pouco o resultado, mas já vi outros dispositivos se saírem melhor nesse tipo de teste. Além disso, antes de eu colocar o tablet na bolsa, o trajeto estava normal (a parte mais à direita); os desvios só começaram depois.
Os elementos gigantes da interface incomodavam um pouco, especialmente no aplicativo Navitel. Por outro lado, talvez alguém até ache isso conveniente.

Para avaliar a autonomia, fiz três testes: dois no Geekbench, com o brilho no mínimo e no máximo, e um no PCmark, com o brilho no máximo.
Pode parecer que a diferença entre os resultados com brilho máximo (as capturas de tela 1 e 2) é grande demais, especialmente considerando que o Geekbench descarrega o tablet até zero, enquanto o PCmark vai só até 20%. É simples: abaixo de 15-20%, há uma queda brusca de tensão e, por isso, na prática, os dois testes foram feitos em condições quase iguais.
Com o brilho da tela no mínimo, o tablet funcionou por mais de 10 horas, o que é muito bom.

O teste de reprodução de vídeo foi um pouco mais simples, embora eu tenha feito a última captura de tela com 24% de carga, depois de quase 6 horas de uso. Mas posso dizer que o tempo total foi de cerca de 6,5 horas, com o brilho da tela em 75% (o nível mais confortável para ambientes internos).

Relatório do Android após o teste de reprodução de vídeo. Dá para ver a queda brusca no fim do teste, o que é bem irritante: por exemplo, a carga estava em 15% e, de repente, já caiu para 5%.
Outros usuários relatam de 9 a 10 horas de autonomia navegando na internet, lendo livros etc. Com o brilho entre 60 e 75%, esses números parecem bem plausíveis.

O tablet abre o menu de engenharia sem problemas usando a combinação padrão: *#*#3646633#*#*. Abaixo estão as informações sobre as bandas disponíveis, que são iguais nos dois slots.

Como informado nas especificações, o tablet tem uma câmera traseira de 5 MP. Pode ser bastante em comparação com alguns outros tablets, mas, para mim, a câmera é
A foto foi tirada em um dia nublado; claro que há poucas cores, afinal estamos no inverno, mas, no geral, a imagem é bem "sem vida". Clique na imagem para ver a foto completa.

Em linhas gerais, é isso. Como vocês já devem ter percebido, a análise não ficou muito longa; simplesmente não sei mais o que dizer sobre este tablet.
Resumindo: no geral, o tablet é mediano, embora tenha alguns diferenciais, como uma bateria de boa capacidade e a possibilidade de instalar dois cartões SIM. Mas também tem seus defeitos, entre eles o desempenho fraco do GPS, o brilho máximo baixo da tela e o desempenho não muito alto. E a câmera serve mais para "tirar rapidinho uma foto de algum anúncio" do que para fazer fotografia "artística".
Falando em desempenho, os testes mostraram que ele é quase idêntico ao do Cube iPlay 10, que analisei há cerca de seis meses e custava menos de 100 dólares. Em compensação, tinha autonomia bem menor e não contava com módulo GSM.
Não tive reclamações quanto à estabilidade: durante todo o período de testes, o tablet não reiniciou nem travou nenhuma vez e se comportou normalmente.
Na minha opinião, a decisão do fabricante de abandonar o microUSB tradicional não é muito conveniente, mas faz mais sentido pensando no futuro. Eu preferiria que ele tivesse os dois tipos de conector, ainda mais porque isso provavelmente não custaria caro.
Neste caso, o novo tipo de conector só oferece a vantagem de poder ser conectado dos dois lados e de ser mecanicamente mais resistente.
Para esta análise, a loja forneceu o cupom CubePowerM3, que deixa o preço em $139.99. Cupom testado.
$139.99
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Perguntas e respostas
Qual corrente de carga o AlldoCube Power M3 4G alcança?
Com a tela apagada, são 2–2,5 A; com a tela ligada, chega a 2,68 A. O carregador esquenta bastante.
Quais são os pontos fracos do AlldoCube Power M3 4G?
O autor aponta GPS fraco, desempenho modesto e pouca margem de brilho na tela. A câmera serve mais para fotos rápidas do que para fotografia artística.
O AlldoCube Power M3 4G aceita dois chips SIM?
Sim, o tablet tem uma bandeja combinada para dois nanoSIM. É preciso reiniciá-lo depois de inserir um chip; não há troca a quente.
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